Feminismo

Dia Internacional da Mulher – Mais uma mentira do Feminismo

08/03/2017
dia internacional da mulher

Você já deve ter lido e relido inclusive em jornais de grande repercussão no Brasil, que o Dia Internacional da Mulher é em homenagem ao 8 de Março, que é associado a um incêndio que teria acontecido em 1.857 em Nova York, e provocado a morte de 129 trabalhadoras da indústria têxtil. Escolas, e até faculdades aqui no Brasil, e em vários outros países ocidentais, promovem homenagens baseadas na versão que narra uma tragédia em que operárias teriam sido queimadas vivas como punição por um protesto (greve) por melhores condições de trabalho. Um terrível crime que dá força à velha luta ”pelos direitos das mulheres”, mas como tudo que vem do Feminismo tem mentira e manipulação no meio, a história que origina a data não é verdadeira.


Não é preciso muito empenho para descobrir que tudo que envolve o movimento feminista está relacionado ao socialismo/comunismo, não por acaso, a proposta da data para homenagear as mulheres tem ligação com a antiga União Soviética e, não com o tal incêndio. Isso mesmo! O Socialismo soviético pregou enfaticamente a ”libertação da mulher” através da saída do lar para o trabalho operário. A data é fruto da ideologia defendida por Lênin que embalava as mentes femininas na era bolchevique. O dia 8 de Março foi consolidado durante a 2ª Conferência da Mulher Socialista em 1910, por sugestão da dirigente do Partido Socialdemocrata: Clara Zetkin, que apenas 53 anos depois do ano (1.857) que hoje atribuem ao massacre das operárias grevistas, teria determinado a ”homenagem”, a qual conhecemos como: “O Dia Internacional da Mulher”. Porém, uma pesquisa feita por Maria Luísa V. Paiva Boléo, ao famoso ”calendário perpétuo”, revela que no ano de 1.857, o dia 8 de Março calhou em um Domingo, dia de descanso semanal. Acredita-se que uma greve nunca teria ocorrido nesse dia. Mas, há quem argumente, que durante o século XIX, a situação dos operários nas fábricas dos Estados Unidos era de tal modo dramática que o trabalho era de 7 dias por semana. Tudo bem! Mesmo assim há mais controversas em torno do que alegam as feministas sobre esse incêndio e essas operárias.

A fabrica em questão é a famosa Triangle Shirtwaist, que de fato foi cenário de um incêndio, mas não foi na data e nem no ano escolhido como marco para homenagear as mulheres, a tragédia também não foi da forma como a lenda feminista se espalhou. O incêndio aconteceu em 1.911, um ano depois da 2ª Conferência da Mulher Socialista onde Zetki já havia sugerido uma data, como citei logo acima no texto. Curioso, não? Tem mais! — O incêndio ocorreu de forma bem diferente da narrada. A socióloga Eva Blay destaca que o fogo teve início não no dia 8, mas em 25 de março, o motivo seria a combinação entre instalações elétricas precárias e produtos têxteis inflamáveis, ou seja, um infeliz acidente. Segundo Blay, a porta de saída da empresa estava fechada ostensivamente para evitar que os operários roubassem materiais ou fizessem pausas, como era de costume. Na ocasião, morreram 146 pessoas – 125 mulheres e 21 homens, na maioria judeus.

É comum que hoje, muitas meninas duvidem das informações expressas nesse texto, isso ocorre devido a forte influência do pensamento feminista que domina a mídia e as universidades, o que acaba induzindo-as a acreditar que de fato mulheres militantes (feministas) foram injustamente queimadas enquanto reivindicavam seus direitos trabalhistas fazendo uma greve, afinal, o movimento quer que toda mulher acredite que ele sempre esteve lá em algum lugar do passado lutando por ela. Entretanto, há mais fatos que você precisa conhecer. No prédio, onde aconteceu a tragédia, hoje funcionam as Faculdades de Biologia e Química da Universidade de Nova York e, pra que não fique nenhuma sombra de dúvidas, há no local uma placa fixada na fachada, ela destaca que o edifício possui significado nacional para os Estados Unidos, fazendo referencia a história real, um acidente infeliz que matou trabalhadores inocentes que cumpriam sua dura jornada de trabalho como faziam todos os dias. No dia 5 de abril daquele ano, apesar da chuva, houve um grande funeral coletivo que se transformou em demonstração trabalhadora, com cerca de 100 mil pessoas. Afinal, a tragédia tirou a vida de 146 pessoas, e aquelas mulheres e homens que morreram não eram militantes feministas, mas, trabalhadores que por necessidade, se submetiam aquelas péssimas condições de trabalho, que mais tarde devido ao crescimento e consolidação da democracia, assim como a expansão do mercado, viriam melhorar, como podemos constatar nos dias de hoje.

A verdade é que o processo de instituição de um ”Dia Internacional da Mulher” já vinha sendo elaborado pelas socialistas americanas e europeias muito antes do incêndio da fábrica Triangle Shirtwaist, pois, elas acreditavam que a inserção feminina no trabalho operário era a ”emancipação da mulher, exatamente como os bolcheviques pregavam. Para o revolucionário, somente em uma sociedade socialista seria possível ”libertar” a mulher das tarefas domésticas que segundo Lênin, embruteciam a mulher e as impediam de participar da vida social e política, por isso, o engajamento das mulheres socialistas sempre foi para politizar as operárias em prol da causa socialista. Nada mais oportuno do que uma tragédia envolvendo trabalhadoras, foi assim que o incêndio da Triangle foi usado e distorcido para dar peso as causas que hoje são feministas. O mito das operárias grevistas queimadas vivas pelo patrão viria dar peso ao movimento que precisava usar as trabalhadoras em prol da busca por uma sociedade socialista, ou seja, mais uma vez a história nos revela como o marxismo usurpa a figura feminina para chegar aos seus ideais. — Com o passar dos anos e a propagação da desinformação, a história foi incorporada ao imaginário coletivo da ”luta das mulheres” e, a data se fortaleceu ao longo dos anos apropriando-se de uma tragédia que em nada tinha ligação com a pauta política que o movimento feminista defendia, mas, que era comovente e chocante. Nos anos 70, o mito estava consolidado, e o movimento feminista já havia se apropriado da tragédia como trunfo político. Em 1.975 a ONU declarou o período de 75 a 1.985 como a: “Década da Mulher”, e reconheceu o 8 de Março, assim como a UNESCO em 1.977 também reconheceu oficialmente este dia, como o Dia Internacional da Mulher, em homenagem às ”129 operárias militante queimadas vivas”. Uma farsa ridiculamente repetida até hoje.

Apesar dos fatos históricos provarem que é mito, quando o 08 de Março se aproxima se torna comum os debates promovidos em torno do incêndio que não aconteceu, do massacre que nunca existiu, e das mulheres que nunca morreram queimadas revindicando direitos políticos. É a desinformação trabalhando em prol de ideologias políticas.

Expor a mentira feminista por trás do ”Dia Internacional da Mulher” pode libertar as mulheres da idéia de que sempre existiu um movimento lutando por elas. Esse é mais um fato, mais uma prova de que o Feminismo quer mulheres militando por causas políticas especificamente de esquerda, não por igualdade e/ou direitos das mulheres como costumam dizer. — É evidente que além da capacidade de apropriação histórica, e dissimulação dos fatos, uma das características do Feminismo é roubar a voz da mulher para o movimento, transformando assim qualquer discurso feminino em discurso feminista. Dificilmente as mídias dão espaço para que mulheres independentes questionem essas contradições que envolvem o movimento, e cada vez fica mais difícil desassociar o feminismo da mulher. Aos poucos, a coletivização da mulher está apagando a individualidade feminina, e extinguindo sua capacidade de falar independente do movimento, que embora líderes de coletivos feministas tentem negar, é de fato, um movimento político e partidário exclusivamente de esquerda.

A promoção da agenda Feminista corresponde aos ideais socialista, já não há mais como tentar esconder. As mídias, assim como os planos educacionais do nosso país, trabalham em prol da disseminação política sem contestação para fazer da mulher uma escrava intelectual. Mas, você não precisa do Feminismo. Nenhuma mulher precisa!


Fontes: Renée Côté, Sylvie Dupont, Francine Cloutier, Editions du Remue-Ménaqe, 1 de jan de 1984 – (O Dia Internacional da Mulher – Os verdadeiros fatos e datas das misteriosas origens do 8 de março, até hoje confusas, maquiadas e esquecidas); Cobertura, fatos e controvérsias, por Adriana Jacob Carneiro em 16/03/2010, edição 581, Observatório da Imprensa, ISSN 1519-7670 – Ano 18 – nº 840;

 [escrevi o texto em 2015 para a fan page MCF – atualizado e publicado no meu antigo blog em 2016] 


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6 Comentários

  • Resposta Luis Antonio Galbiatti 09/03/2017 em 3:42 AM

    Eu fiquei sabendo que tudo isso era uma farsa das feministas à muitos anos atrás,mas evito de comentar isso para não ser massacrado tanto por feministas,quanto por mulheres e homens desinformados e mantidos na ignorância de maneira proposital.Mas um dia a verdade ira´aparecer para todos e aí veremos!

  • Resposta Felipe deus me livre ser feminista ou apioar essa merda 08/03/2017 em 11:41 PM

    Obrigado pela informação verdadeira e bem embasada!

  • Resposta Pepê 08/03/2017 em 8:17 PM

    Sem mais.
    Arrasou!

  • Resposta Ronilce Sebastiana Gonçalves de Sá 08/03/2017 em 10:52 AM

    Bom dia!

    Obrigada pelos esclarecimentos, hoje mesmo quando recebi os cumprimentos do colega de trabalho lembramos da – que agora ficamos sabendo – mentira da esquerda.

    Muito bom termos alguém que procura provar o quanto fomos e somos enganadas, usadas por partidos politiqueiros de esquerda.

  • Resposta Helen 08/03/2017 em 9:24 AM

    Sou anti-feminismo, mas nunca li algo tão imbecil!

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