Feminismo

Cultura da Vulgaridade

15/06/2020
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As vezes perco tempo no twitter acompanhando as polemicas atuais, não apenas aquelas que estão explicitamente ligadas a política e religião que são assuntos que me interessam realmente, mas também as que aparecem como problemas do cotidiano, porém, como quase tudo hoje em dia, extremamente politizados e carregados de militância anticristã, logo, se tornam questões políticas que clamam por um posicionamento religioso, ou, como prefiro chamar, um posicionamento cristão. Foi perdendo tempo que me deparei com uma polêmica envolvendo uma dessas figuras do pop’adolescente nacional que é aquele funk vulgar. Para chegar no assunto atual, preciso voltar um ano atrás.

Era 14 de Junho de 2019, a primeira notícia que recebi no feed foi o anúncio do lançamento do 1º álbum de estúdio da então, na época, esposa de um dos maiores youtubers do país. Apesar do trabalho da Luísa Sonza ser irrelevante pra mim, me chamou atenção a manchete que destacava o seguinte: “Luiza diz que quer mostrar mais de seu lado feminista.” – Fui ver então o que ela estava lançando. A primeira coisa que pensei foi: Por que feminista não para de passar vergonha? — A música levava o título de “Garupa”, tinha apenas DOIS MINUTOS DE DURAÇÃO – 2 minutos! As frases curtas levavam a um refrão repetido a maior parte da música. Resumindo, aquilo era mais um reforço para os estereótipos que diminuem a figura da mulher a um corpo hipersexualizado, questão que o movimento feminista acusa ser fruto do machismo opressor da sociedade patriarcal. Aquela garota estava reforçando o símbolo da mulher objeto de prazer em um trabalho em que dizia querer mostrar mais seu lado feminista, mas a meta de vida da mulher retratada na letra daquele funk, era: “subir na garupa”. O clipe misturava motos caras e muita sensualidade, a letra de duplo sentido era sobre promiscuidade e luxúria. Não é preciso muito esforço para identificar isso. Então, podemos dizer que uma feminista fez o hit da Maria Gasolina. Pois é, eu sei, é irônico! Na época, em entrevista, a cantora destacou que escolheu a música “Garupa” como vitrine daquele novo álbum e chamou o Pablo Vittar para participar porque ele é uma inspiração para ela. É notável que até a mulher em que a Sonza se inspira, é um homem.

O curioso disso tudo, justifica meu esforço em ouvir e ler algumas entrevistas dessa moça. Eu até cheguei a conhecer o álbum completo (sim, eu fiz isso na época), inclusive há músicas que revelam um bom potencial vocal que particularmente acredito que deveria ser mais explorado ganhando maior destaque do que seu corpo. Mas, a crítica aqui não é porque me incomodo com a Luísa Sonza sendo quem quer ser, porém, o fato dela se declarar feminista e dizer que quem critica o feminismo é burra e desinformada”, além de apresentar seu primeiro álbum como uma mensagem de libertação e incentivo para outras mulheres, me levou a usá-la como exemplo para expor mais uma vez o quanto o feminismo é exatamente essa contradição estúpida. Principalmente, porque agora, um ano depois, alguns meses após o fim de seu casamento, no dias dos namorados, Luisa fez um lançamento com uma parceria musical que não deu nada certo, foi possível ver milhares de pessoas no Twitter dizendo que não gostaram da música, da letra e muito menos do clipe que mais uma vez trouxe forte apelo, com simulação de sexo e referencias à posições sexuais. No YouTube, até o momento em que escrevo esse texto, passou de 1 milhão de dislike. Não foi surpresa culparem o machismo pela desaprovação, a própria cantora veio a público dizer que já esperava por isso atribuindo a rejeição do rit ao fim de seu casamento e o preconceito com a liberdade feminina.

É impressionante como esse pensamento feminista reduz a mulher a uma eterna vítima incapaz de errar! Todo fracasso feminino é culpa dos homens. Vale lembrar que Justin Bieber é o artista com o maior número de dislike em uma música na história. Bieber é homem.

Para uma feminista “muito inteligente e informada” parece que não há por um momento a reflexão sobre a arte que se propõe a produzir. Então, quando não há poesia e romance, só sexo e baixaria, a rejeição do público só pode ser machismo? Onde está a lógica nisso tudo! Cadê a inteligência? Afinal, se tudo é machismo, os homens só existem para oprimir as mulheres, não é mesmo? Eis o princípio último de todo pensamento feminista. Saber disso é o mínimo de informação que alguém pode ter.

Acredito que Sonza, assim como inúmeras mulheres, se esconde atrás do feminismo, por conveniência, Ninguém gosta de fracassar. É do orgulho que nasce a ânsia de tornar-se um deus. Enxergar-se como um messias salvador, alguém com uma missão de libertação é o que pode dar sentido a uma vida vazia que só vê glória no próprio triunfo. É nesse contexto que Luísa, vai além e conclui:

Sempre serei voz por nós mulheres

Nós quem? Ao se colocar como representante feminina, ela incluí TODAS as mulheres no pacote das suas escolhas individuais, mas arrastar toda mulher para o esteriótipo que vende como modelo de liberdade é muita presunção. Eu sou uma mulher cristã, não quero que minha voz seja ecoada por quem vê na promiscuidade, liberdade. A minha liberdade está em Jesus, o Filho do Deus vivo. Ele é o Messias Salvador, Único capaz de libertar homens e mulheres. Preste atenção em Mateus 16: 24:

Então Jesus declarou aos seus discípulos: Se alguém deseja seguir-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e me acompanhe.

Na fé cristã, todo triunfo está em Cristo.  A Escritura está dizendo que não é sobre você, não é sobre nós, é sobre Ele.

O ser humano não quer negar a si mesmo, não quer carregar sua cruz, foi por isso que ao invés de arrepender-se, preferiu pendurar o próprio Deus no madeiro.

Qando alguém vem a público e se apresenta como porta voz das mulheres, está dizendo que nos representa, assim como todas as minhas irmãs em Cristo, eu sou constantemente oprimida pelo discurso libertino dessas tantas feministas. Se nos posicionamos contra, somos repreendidas por outras tantas mulheres que nos acusam de reproduzir a opressão masculina sobre a sexualidade feminina, há uma multidão de gente que logo aparece pra dizer que não podemos falar, não podemos defender o que cremos porque é opressão. Ora, mas não seria o homem descompromissado e libertino, o maior beneficiado com a exposição do corpo da mulher? Por que, afinal, esse homem estaria ao lado de cristãos que defendem o compromisso e a decência enquanto pregam a Cristo? Não faz sentido!

Ao vender a imagem de que uma mulher livre é aquela sexualmente apelativa, pornográfica e sedutora, não importa quem seja, na realidade você não está fazendo nada além de reproduzir um estigma antigo que diminuiu a capacidade de uma mulher e cala a sua voz. Então sim, enquanto eu puder vou falar contra o pecado, porque há mulheres que se importam com o que é digno e buscam defender a vida cristã.  Não, eu não estou falando para que ninguém deixe de fazer o que quer, façam! Mas façam conscientes de que vocês estão mortos, porque o salário do pecado é morte. Há uma vida de santidade em Cristo e Nele todo indivíduo cansado e sobrecarregado do seu pecado, encontra descanso e perdão. Eu estou falando que o pecado escraviza você, que te destrói. Ainda que minha voz seja baixa, não será calada pelo perfil da mulher sem nenhum pudor, louca para ser objeto de prazer de homens com status, que buscam sexo por diversão. Além do mais, a propagação do comportamento libertino não é um combate a exploração e abuso sexual, pelo contrário, é o alimento que contribui para isso. Mas nenhuma feminista vai se importar  mais do que se importa com seu próprio triunfo. É por isso que temos uma geração de garotas que acreditam que suas bundas vão libertar as mulheres.!

Só há uma cura para a doença deste mundo, Cristo Jesus.

Cerca de 1.4 milhões das mulheres são escravas sexuais ao redor do mundo. 90% das mulheres da indústria do sexo foram abusadas quando crianças. Em uma pesquisa com 10 mil atores da industria do sexo foram analisados 7 mil mulheres e 3 mil homens, a pornografia é um ofício predominantemente feminino, o que obriga os poucos homens a trabalharem exaustivamente. A exploração dos corpos humanos é evidente. Embora o cachê das mulheres seja duas ou três vezes maior do que o dos homens, elas costumam ser mais novas que eles, começam mais cedo na carreira, mas também a encerram antes devido a vários fatores, um deles é o desgaste físico e emocional, estudos apontam para taxa de desenvolvimento de síndrome de stress pós traumático nas profissionais do entretenimento adulto, que é equivalente aos de veteranos de guerras no EUA. – 25% das buscas na internet estão relacionadas à pornografia, 1 em cada 5 pesquisas feitas em celulares e tablets é por pornografia. 98% dos homens adultos e 80% das mulheres relatam já terem consumido pornografia. De cada 3 pessoas que acessam sites pornográficos 1 é mulher. 9 em cada 10 adolescentes do sexo masculino e 6 em cada 9 do sexo feminino foram expostos a pornografia antes dos 18 anos. 10 – 11 anos é a idade média em que as crianças são expostas a pornografia pela primeira vez. 7 em cada 10 crianças relatam já terem visto pornografia acidentalmente na internet. Gail Dines diz que:

Exploração sexual infantil, pornografia e tráfico sexual são três questões para se pensar juntas.

Dines é uma senhora feminista solitária, a descrevo como solitária porque dentro do próprio movimento ela é uma ativista chamada de “feminista radical” por tratar de um problema real e criticá-lo veementemente, apesar de discordar da ideia de educação sexual escolar que a socióloga defende como solução para corrigir uma geração educada por conteúdo pornográfico porque defendo o papel fundamental da família nesse contexto, tenho muito que concordar com suas críticas e conteúdo sobre a indústria do sexo e suas consequências sociais.. Segundo ela:

A feminilidade contemporânea idealizada foi reduzida à imagem da mulher hipersexualizadas, jovem, magra, sarada, sem pelos e, em muitos casos, cirurgicamente aperfeiçoada, que está sempre com um olhar convidativo.

Gail ainda hoje levanta críticas contundentes à industria da pornografia indo na contra mão da força da terceira onda que abafou todas aquelas militantes que tentaram, ainda que por um breve período, ao lado dos conservadores cristão americanos, combater o crescimento dessa industria nos anos 80. Acusadas de puritanas demais, as poucas feministas que levantaram-se contra o crescimento da pornografia, foram silenciadas pelo próprio movimento. Segundo a escritora cristã Carolyn McCulley, a guerra contra a pornografia foi o último suspiro do feminismo da segunda onda, na medida em que a mensagem da liberação sexual colidia com a mensagem da vítima, a contradição resultante levou a sérias lutas internas. Como a jornalista Ariel Levy explica: a faccção entre líderes feministas antipornografia “parecia que estava libertando as mulheres dos esteriótipos sexuais degradantes e de uma cultura de dominação masculina e – consequentemente – abrindo espaço para um maior prazer sexual feminino. [Suas] oponentes criam que estavam lutando contra um novo tipo de repressão interna […] Todas estavam lutando por liberdade, mas no que se refere ao sexo, a liberdade significa coisas diferentes para pessoas diferentes. Vale ressaltar que, como destaca a escritora cristã Nancy Pearcy, a liberação sexual por si mesma, se tornou nada menos que uma ideologia completamente desenvolvida. Margaret Sanger, a conhecida eugenista fundadora da maior industria de aborto do planeta, retratou o drama da história como uma luta para libertar os corpos e mentes das restrições da moralidade. – o que ela chamou de a “cruel moralidade da autoenganação e do pecado”. Ela promoveu a liberação sexual como “o único método” para encontrar “paz interior, segurança e beleza”. Ela até mesmo a ofereceu como a maneira de superar problemas sociais. “Remova as restrições e as proibições que hoje impedem a liberação das energias internas [seu eufemismo para energias sexuais], [e] a maioria dos grandes males da sociedade irá acabar”. Por fim, Sanger ofereceu esta completa profecia messiânica: “Através do sexo,a humanidade alcançar´a grande iluminação espiritual que transformará o mundo, e clareará o caminho para um paraíso terreno.” – O pensamento de Sanger, lembra Alexandra Kollontai, uma das escritoras mais prolíficas sobre a questão de gênero, amor e casamento na perspectiva progressista. Como qualquer bom marxista, Kollontai via o amor não como um sentimento eterno e imutável, mas como uma construção histórica. Para os bolcheviques, o amor livre e a libertação das mulheres eram um componente central de uma revolução socialista que profetizava o fim da família tradicional, desejo ainda hoje latente em feministas como Maria Homem que recentemente fez a declaração:

Se a família cristã vai sobreviver? Não. Agora, talvez vença. Mas em termos macro, com certeza, não. Nem família nem Cristo.

Uma declaração anticristã, antifamília, exatamente o que é o movimento feminista em sua totalidade. É interessante que ainda existam “feministas cristãs”, na prática, são só feministas, porque cristãs nunca foram. Bom, estamos em 2020, Cristo vive, a família cristã permanece, mas ainda há intelectuais progressistas sonhando com a destruição daquilo que é eterno. Por isso, não é surpresa que discursos que defendam promiscuidade como liberdade feminina ganhem dentro do próprio movimento muito mais espaço do que qualquer discurso que aponte mulheres e crianças como reais vítimas dessa liberação sexual.

Não existe uma luta pelas mulheres, existe uma constante rebelião contra Deus que resulta na rebelião de uns contra os outros. O pecado depravou os indivíduos totalmente. Esse é o diagnóstico da doença da humanidade. É por isso que você verá tanta contradição nesses movimentos ideológicos, estão perdidos, guerreando contra Deus. Não são as estruturas de poder o real problema da sociedade, embora carreguem os reflexos da nossa culpa, o problema é você, sou eu, somos nós que penduramos Jesus naquele madeiro.  Foi por nossa depravação que o Santo se entregou como sacrifico. Ele venceu a morte para nos oferecer vida, há redenção.  Há cura.

O empoderamento chegou! Na prática ele é a Cultura da Vulgaridade

Sim, o feminismo da terceira onda deu origem a “cultura da vulgaridade” feminina que vivemos hoje. As mulheres não estão apenas diante das câmeras protagonizando filmes pornos ou posando para fotos sensuais. Elas são protagonistas de uma cultura que hipersexualiza mulheres e meninas cada vez mais novas, elas são o motor de uma industria que movimento o tráfico de pessoas e a exploração sexual infantil, além de contribuir para o aumento de doenças sexualmente transmissíveis e práticas de aborto. O progressismo feminista alimenta o monstro que diz combater. Temos uma geração de mulheres que clamam por respeito e desejam ser tratadas como damas castas pelos mesmos cafajestes que elas imploram para tratá-las como vagabundas. Uma exigência surreal, impossível de dar certo. O deus deste século os cegou. Esse pensamento feminista é nutrido por nenhum senso de realidade. Além de reforçar a ideia de que toda mulher quer ser sexualmente usada e serve para dar prazer para homens que buscam diversão, esses estereótipos alimentam cafajestes dando-lhes segurança de que a luxúria é o ápice do desejo feminino.

O feminismo é o algoz da mulher

Em 2008 o Centro do Controle de Doenças nos EUA publicou um estudo que chocou muita gente: uma estimativa de uma em cada quatro (26%) jovens mulheres entre a idade de catorze e dezenove anos nos Estados Unidos – ou 3,2 milhões de garotas adolescentes – está infectada com pelo menos uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns (vírus do papiloma humano [HPV], clamídia, vírus do herpes simples e tricomoníase).

Devido a forte preferencia por filhos homens, o feto feminino é o mais abortado. De acordo com um relatório de 2007 do jornal britânico de medicina Lancet, ao redor do mundo, há 100 milhões de “meninas ausentes”que deveriam ter nascido, mas não puderam. Cinquenta milhões delas seriam chinesas e 43 milhões seriam indianas. As demais teriam nascido no Afeganistão, na Coréia do Sul, no Paquistão e no Nepal. Em 2007, numa série de publicações sobre as implicações da seleção de sexo e do aborto, o Washington Times escreveu:

Um centro de pesquisa em Genebra, em 2005 atualizou, o fenômeno, denominando-o de “A chacina de Eva”.

“O que estávamos vendo agora é genocídio”, diz Sabu George, um ativista de Nova Deli.

“Logo ultrapassaremos a China na perda de 1 milhão de meninas por ano”.

O dia talvez já tenha chegado.  Num relatório publicado em 12 de Dezembro, a UNICEF disse que a Índia está “perdendo” 7 mil meninas por dia, ou 2,5 milhões por ano.

Embora Hugh Hefner, fundador da Playboy, fosse o garoto propaganda do chamado mercado sexual para homens, não faz sentido culpar apenas os homens, as mulheres estavam por trás das câmeras, tomando decisões e ganhando dinheiro explorando a sexualidade de outras mulheres. Ariel Levy, em seu livro: Porcas Chauvinistas Femininas: As mulheres e o Crescimento da Cultura Imoral (2005), disse que na verdade, a Playboy era uma companhia dirigida principalmente por mulheres. A filha de Hefner, Christie, era presidente e chefe administradora executiva. A diretora financeira, uma mãe de meia idade chamada Linda Harvard. A fundação da Playboy (que apoiou a ERA o direito ao aborto e outras causas progressistas) foi liderada por Cléo Wilson, uma afro-americana, ex-ativista pelos direitos civis. Uma mulher chamada Marilyn Grabowski produzia mais da metades das fotos publicadas na revista. Para Levy, o que aquelas mulheres estavam fazendo a nós mesmas não era uma espécie de triunfo; é deprimente.

Erica Lust, diz que não faz pornografia, mostra sexo, mas é só mais uma das produtoras de filmes adultos escondida atrás do discurso de empoderamento. Lust aparece no documentário: “Hot Girls Wanted: Turned On” que fala sobre as mulheres que estão atrás das câmeras na “pornografia feminista”. Em uma das cenas, uma moça aparece contracenando com um ator pornô, ela pede pra parar, reclama de dor e demora algum tempo respirando fundo, tentando fazer com que a dor que ela está sentindo passe. A diretora, acaba as filmagens, já tem seu material. Um abraço e alguns elogios para aquela moça que teve seu corpo corrompido diante de todos. Um afago e a feminista acha que está tudo bem. Em um momento a moça fala que ainda não digeriu o que aconteceu. Esse é o trabalho de Erica Lusta, feminista, ela fala sobre querer mostrar que uma mulher pode fazer pornografia na perspectiva das mulheres. Ela fala sobre sua equipe ter várias mulheres o que pode fazer com que a atriz se sinta bem. Também fala que há uma ”aura de sororidade’‘ no set de filmagem.

O feminismo quer que a mulher deixe de se ver como um indivíduo parte da sociedade e passe a ver-se como vítima dela. Enquanto isso coloca-se como abrigo oferecendo proteção ilusória com discursos pífios de ”sororidade” e empoderamento, apresentando o movimento como um coletivo necessário para sobrevivência feminina. O feminismo quer politizar tudo, seu sexo, sua cor, sua condição financeira, seu corpo. Mas não é preciso seguir sendo escrava dessa ideologia. Há um chamado de Deus para as mulheres para que imitem a Cristo, que sejam virtuosas,  piedosas, sábias e humildes perante o Pai.

A coerência de ideias é o fator principal para abrir uma discussão que tenha como objetivo coloca-las em práticas. E tudo que vemos no discurso feminista, é incoerência, contradições e cegueira. É um labirinto onde o culto a si mesmo ganha um altar, o ego alimenta a ilusão de que podem encontrar poder através da exposição de seus corpos. Não, não há empoderamento.

Temos uma geração de meninas que está crescendo doutrinada com mania de perseguição, além de adotar uma perspectiva vitimista, as mulheres estão desenvolvendo enorme necessidade (inconsciente) de ser o centro das atenções. É como se tudo no mundo fosse feito para oprimi-las e repriimi-las. Não! Os problemas do mundo não escolhem gênero. O sofrimento não se importa com sua sexualidade. — Eis o motivo de sermos a geração dos antidepressivos em que mulheres estão no topo do consumo por conta de transtornos de ansiedade e depressão. Toda essa bagunça é refletida na histeria de ativistas militantes ou nas mocinhas atrevidas que se declaram representantes feministas. O padrão feminino pós-moderno, fruto do progressismo, é uma caricatura deformada e confusa. As mulheres estão doentes, e Cristo é a cura. É uma pena que tantas ainda O rejeitem.


Livro de referencia: Feminilidade Radical

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